Principal porta de entrada dos Estados Unidos para quem vem do Brasil, mas esta não é a única razão de ser tão visitada.

Situada ao Sul do Estado da Florida, uma região de clima quente e belas praias, parece que juntou num só lugar todas as qualidades que as pessoas procuram. A cidade é uma das mais frequentadas pelos snow birds (termo usado para descrever os habitantes da região norte dos Estados Unidos que passam o inverno nos Estados do Sul, em especial a Flórida, para fugirem da neve e do frio).

A organização e o estilo de vida, rico e bem direcionado dos Estados Unidos, as praias e o calor típico do litoral dos países tropicais tornaram Miami famosa e procurada por gente de todo o mundo.

E há boas opções para isto, com uma certa liberdade latina no ar, costumes um pouco diferentes dos que predominam no resto do país, motoristas que a gente jura que só podem ser brasileiros, rítmo caribenho nos rádios e gente falando espanhol  à nossa volta, onde quer que se vá.

Miami é reconhecida por ser um centro comercial internacional mesmo por que sua localização geográfica está no ponto de encontro da América do Norte e América Latina. A parte de sua importância econômica, a cidade é igualmente uma mistura de cultura e paisagens selvagens que não deixam ninguém indiferente.

E as compras? Comprar muito com pouco dinheiro nas lojas de Miami Beach, Down Town ou Key Biscayne é algo muito atraente. De fato, as ofertas são tentadoras que às vezes as pessoas se esquecem que Miami está longe de ser apenas uma imensa ponta de estoque de produtos de última geração. Aqui há praias que lembram as do Caribe, museus interessantes, restaurantes excepcionais e uma vida noturna de embasbacar. Resultado do cruzamento de várias culturas (apenas 10% das pessoas que moram lá nasceram na cidade), a arquitetura de Miami tem, por exemplo, bairros com estilo europeu (Coral Gables), com inclinações árabes (Opa-Locka) e com a mais característica art-deco, em Miami Beach onde estão as paparicadas Collins Avenue e Ocean Drive. Mas, não importa em qual bairro você esteja, uma coisa é certa: ao seu redor, haverá mansões de cinema, carrões que valem um apartamento de dois quartos e um grande elenco de gente bonita e muito bem vestida – alem, é claro, de incontáveis lojas com prateleiras abarrotadas e liquidações irresistíveis.

LAS VEGAS - Construída em meio ao deserto no estado de Nevada na costa Oeste dos Estados Unidos, Las Vegas em poucas décadas tornou-se numa das localidades mais procuradas da América do Norte, um verdadeiro exemplo de sucesso empresarial, turístico e administrativo.

É a cidade dos Estados Unidos que mais rapidamente cresce, onde estão os maiores hotéis, os grandes eventos da mídia, as principais convenções, e onde mais se ganha e perde dinheiro em questão de minutos.

Quem vai a Nova Iorque procura pelos museus, teatros e eventos culturais. Já quem vai a Orlando procura pelos parques temáticos tipo Disney e Universal, não é mesmo? Pois bem, quem vai a Vegas procura pelos Cassinos. Todos apresentam atrações e eventos suficientes para entreter um turista por dias. São shows diversos, grátis ou pagos, exposições culturais, curiosidades, parques aquáticos ou de animais selvagens, parques de diversões ou circos, reproduções de locais de outros lugares do mundo, restaurantes, bufês, lojas e butiques vendendo artigos exclusivos, populares ou de grife, piscinas cinematográficas, e lógico, salões de jogo maiores que um campo de futebol.

Os principais cassinos da cidade estão situados ao longo da Las Vegas Boulevard, ou simplesmente Strip, como é conhecida a avenida mais importante da cidade de pouco mais de 9 quilômetros.

De uma certa forma, os cassinos de Vegas lembram aqueles antigos concursos de fantasia do carnaval, pois parecem sempre competindo entre si pelos prêmios nas categorias ou de originalidade. Desde pirâmides egípcias até gôndolas de Veneza. Desde torres espaciais até os arranha-céus de Nova Iorque, a imaginação dos projetistas destes cassinos parece não ter limites. Também em seus interiores, cada detalhe de acabamento é pensado para fazer um visitante sentir-se dentro de um mundo à parte, um lugar onde a iluminação é sempre igual, a temperatura é sempre a mesma, e onde o tilintar das coloridas máquinas caça níqueis nunca pára.

Uma caminhada pela Strip equivale a uma volta ao mundo em poucas horas.

O nome é futurístico. O formato também. Desde que foi inaugurada a Stratosphere Tower (torre do hotel Stratosphere), a paisagem de Las Vegas foi alterada porque criou um novo jeito de apreciar a cidade mais iluminada do mundo: do alto. Fincada numa das pontas da Strip e com cara dos Jetsons , a torre tem a altura de um prédio de 135 andares e premia seus visitantes com 360º de vista total das montanhas e do deserto que cercam Las Vegas. Lá no alto, apoiada sobre o terraço, ainda fica uma montanha-russa a 350 metros do chão.

Não bastasse o luxo de seus cassinos, Vegas também tem excentricidades  pelas ruas, como passarelas para cruzar a Strip dotadas de escadas rolantes e elevador com portas de vidro. Melhor local dos E.Unidos para as chamadas uniões de conveniência civil. Realiza mais de 120 mil casamentos a cada ano e o número não pára de crescer.

O segredo para quem quer testar sua sorte no jogo é estabelecer um limite e respeitá-lo. Como se sabe, em todo cassino quem leva a melhor é sempre a casa, e a longo prazo todo mundo sai perdendo de lá. Quem quiser jogar e não gastar quase nada pode optar pelos caça- níqueis (.slot machines)  de um centavo. Geralmente essas máquinas baratas estão situadas no contorno dos salões de jogo. Nelas pode-se passar uma hora ou mais apostando, vendo as luzinhas coloridas girar à sua frente, ouvindo aquela musiquinha simpática, e gastando apenas um ou dois dólares.

Quem estiver interessado em conhecer também o lado ‘normal’ da cidade, cidade comum, semelhante a qualquer outra de médio porte dos E. Unidos, é só se afastar da Strip, encontrando, então,  residências, condomínios, supermercados, etc. Para compras os melhores pontos são o Boulevard Mall (Maryland Parkway, leste da cidade), Meadows Mall (Valley View Boulevard Norte) e Belz Factory Outlet Mall (7400 Las Vegas Boulevard Sul) Não deixe de visitar também o Walmart Supercenter (que leva os turistas a loucura), situado na 4505 West Charleston Blvd (noroeste  do centro).

CALIFÓRNIA
Costa Oeste dos E. Unidos
Informações

A Califórnia é um dos 50 Estados dos Estados Unidos da América do Norte, na Região dos  Estados do Pacífico. É o Estado mais populoso do país, com sua população de quase 33.871.648 habitantes. É também o terceiro maior Estado dos Estados Unidos, atrás apenas do Alasca e do Texas. A Califórnia é o maior centro industrial dos Estados Unidos. É também a líder nacional na produção de produtos agropecuários.

O cognome do Estado é Golden State, que significa em português “Estado Dourado”. Sua origem é ainda tema de discussão. Esse apelido pode ter vindo da corrida do ouro em 1849, quando minas de ouro atraíram dezenas de milhares de pessoas de todo o país para a região. Outra possibilidade é uma referência à relva  nativa do Estado, que adquire uma cor dourada na estação seca. Coloquialmente, o cognome também é uma referência ao seu clima, quente e ensolarado durante a maior parte do ano.

Região de extremos contrastes, nela os desertos escaldantes e as montanhas de picos nevados do sul dão lugar às vastas extensões selvagens do norte.  Sua capital é Sacramento.

Impressionante tanto pelo tamanho quanto pelo domínio que exerce na cultura moderna, simboliza a diversidade e a prosperidade dos E. Unidos. Ali se encontram florestas, montanhas, desertos a poucas horas das praias e duas das mais avançadas cidades do mundo – São Francisco e Los Angeles.

LOS ANGELES - Que foi em sua origem uma pequena localidade com um nome extraordinário (Nossa Senhora do Povo dos Anjos de Porciúncula), está situada numa bacia plana, cercada de praias, montanhas e desertos. Tem 1.200km² e 33,7 milhões de habitantes. É a maior cidade da Califórnia e a segunda dos Estados Unidos, depois de Nova Iorque. Está localizada na costa do Pacífico, a 120km., ao norte da fronteira com o México e 640km., ao sul de São Francisco, trajeto esse entre as duas localidades que pode ser feito pela bela estrada que margeia o litoral.

Ao contrário do que se vê na maior parte das cidades, Los Angeles não tem um único centro urbano, já que todo o condado é composto por pequenas cidades com administrações  próprias que surgiram umas juntas as outras durante o período da colonização espanhola. É a capital mundial do entretenimento, e oferece teatros, balés e concertos, além de todas as estrelas do cinema que moram em Hollywood. Alguns dos melhores museus dos Estados Unidos ficam em Los Angeles, assim como muitos restaurantes famosos e vários parques naturais.

A cidade divide-se em cinco áreas: Centro, Hollywood, os Vales, Westside e as Praias.

Não é á-toa que as coleções de carros e as indústria de aeronaves  do cinema ficam nessa região, um lugar onde qualquer capricho,.mania ou estilo concebível, e alguns inconcebíveis, também, têm o seu espaço, sua loja especializada e seus seguidores. A cidade oferece um arsenal de atrações e diversões de todos os lugares do mundo, muitos museus, artistas de Holywood e colônias étnicas.

Hollywood é indiscutivelmente a capital da indústria de filmes ocidentais; a maioria  dos filmes e shows para televisão são produzidos aqui. As ruas e as praias são muitas vezes usadas como cenários, no entanto grande parte acontece dentro das portas dos muitos estúdios espalhados pela  cidade. Muitos deles podem ser visitados como excursão,  como os da NBC, Warner e Universal.

O Westside reúne os bairros de maior prestígio: Beverly Hills, Century City, Westwood, Brentwood e Bel Air. Nessa região há a maior concentração de artistas por metro quadrado, e normalmente nas esquinas há camelôs com mapas que tem a localização das casas dos atores e atrizes mais famosos. Em Beverly Hills ficam as ruas comerciais mais importantes do mundo, como a Rodeo Drive, além do Museu do Filme e da TV.

Tem quatro aeroportos importantes: Los Angeles International, o aeroporto de  Burbank-Glendale, o aeroporto John Waine e o aeroporto Ontário International. No entanto, o que costuma ser mais utilizado é o Los Angeles International.  Também existe uma linha de ônibus que se conecta diretamente com a rede do metrô e abrange uma extensa área do núcleo central da cidade, inclusive o bairro chamado Downtown (centro comercial da cidade).

A grande metrópole da Califórnia possui tais dimensões porque , de fato, é um conglomerado de pequenas cidades, unidas por ruas e amplas estradas de seis pistas, as famosas highways.  É a dimensão dessas vias públicas que torna possível a visão em vários lugares, de grandes e elegantes limusines. Segunda cidade mais populosa dos Estados Unidos, com cenários cinematográficos americanos que reúnem romantismo, diversão e cultura ao mesmo tempo.

É o oposto de uma cidade modesta: é uma estrela que adora ser notícia. O Cinema, a TV e a Música produzidos aqui, são vistos, ouvidos e apreciados no mundo inteiro. A cidade é cosmopolita no verdadeiro sentido da palavra – é um caldeirão de estilos  de vida e culturas; uma mistura de raças inquieta e excitante.

A cidade dos Anjos possui também áreas com especiais influências culturais, graças a presença de comunidades étnicas numerosas. Assim Little Tóquio, com suas casas e construções no melhor estilo asiático, e El Pueblo de Los Angeles, lugar onde começou a crescer a grande megalópole.

Cidade ensolarada, clima subtropical e abençoada pela diversidade de culturas, proporciona ao visitante a chance de se divertir na primeira Disneylândia ou no Six Flags, parque com as maiores montanhas russas, saborear as mais diferentes cozinhas internacionais, passear e fazer compras na Rodeo Drive e Hollywood Boulevard com seu famoso Teatro Kodak, passear pela Calçada da Fama na Holywood Boulevard, Sunset Boulevard ou pelo luxuoso bairro de Beverly Hills. Passar dias conhecendo as  praias de Malibu e Venice, patinar nas calçadas de Santa Mônica, surfar em Santa Bárbara, visitar toda a costa do Pacífico além de um passeio de barco até a ilha Catalina.

MALIBU - cidade localizada no condado da Califórnia, que se espalha  por uma faixa costeira de 43 km. do Oceano Pacífico, famosa por suas praias de areias quentes propícias aos esportes de verão e ao surf e por ser a morada de diversas celebridades ligadas à indústria do entretenimento de Hollywood e da Califórnia.

Uma popular placa da cidade estampa: “Malibu – A Way of Live” (Um estilo de Vida). A cidade é cortada pela Pacific Cost Highway, a mais  importante auto-estrada expressa da Califórnia, que cruza as famosas praias de Escondido, Zuma, Surfinder e Paradise. No limite oeste da linha costeira encotra-se Pirate`s Cove, assim nomeada por contrabandistas de rum durante a Lei Seca, que a usavam para descarregar suas mercadorias vindas por via marítima para a Califórnia. Devido a este isolamento, o local foi hoje transformado  em área de nudismo.

Malibu é conhecida em todo mundo pelas suas belas praias e incontáveis  locações que já fornecem para filmes de Hollywood e séries de Televisão, dos filmes de  surf e de rock dos anos 60 e da série Gedget ao seriado Baywatch (no Brasil: SOS Malibu).

Entre a muitas celebridades que são moradoras da cidade estão Pámela Anderson, Britney Spears, Pierce Brosnan, Johnny Carson, Cher, Axl Rose, Bob Dylan, Tom Hanks, Bárbara Streissand e Steven Spielberg.

COSTA CENTRAL - O passado espanhol da Califórnia é bem visível nesse agradável trecho do litoral. Várias das 21 missões fundadas pelos franciscanos entre os séculos 18 e 19 se encontram ali. As missões e a capital colonial espanhola, Monterey, conservam vestígios do rico passado do estado. Além de sítios históricos, o litoral recortado do oceano Pacífico abriga cidades praianas e grandes áreas de beleza natural.

SANTA MÔNICA - a atmosfera em Santa Mônica é tipicamente californiana, com lojas charmosas, bons restaurantes e pessoas de todas as idades andam de patins, bicicletas, surfam, tomam sol, caminham e aproveitam a boa vida. A localização da cidade garante um clima ameno, com sol praticamente todos os dias do ano. Um cenário de palmeiras, praias e montanhas muito populares nos filmes. Ela é facilmente reconhecível pelo seu famoso pier (porto), que é uma unanimidade entre moradores e turistas. Têm várias atrações típicas de cidade de praia, como pipoca, algodão doce, carrinhos bate-bate e uma galeria de brinquedos.

O visitante não pode passar por Santa Mônica sem conferir a Third Street Promenade, que transformou-se em um dos lugares da moda em LA. Um imenso calçadão de três quadras que oferece lojas, livrarias, bares, restaurantes e cafés, sendo muito procurado à noite, quando artistas fazem diversas apresentações de música, dança e teatro ao ar livre...

As principais praias são as estaduais de Santa Mônica e a Will Rogers. O símbolo da cidade é o Píer,  o mais antigo da Costa Oeste, construído em 1908 durante o período do esplendor da localidade  como centro turístico.

Por uma atmosfera mais limpa, Santa Mônica proíbe fumo ao ar livre – quer despoluir o ar da cidade reduzindo as emissões provenientes da fumaça dos cigarros.   Desde novembro de 2006, começou a adotar  o fumo em áreas públicas, a céu aberto. As novas regras em vigor, proíbem o fumo em qualquer área de alimentação à céu aberto, num espaço compreendido num limite de 6 metros de qualquer porta de entrada, saída ou janela de prédios abertos ao público.

SANTA BÁRBARA - Agraciada com um clima moderado mediterrâneo, essa cidade praiana em estilo espanhol é linda o ano inteiro.Localizada entre montanhas e o Oceano Pacífico, Santa Bárbara é ideal para a prática de esportes aquáticos, alpinismo, equitação e golf. Devido seu clima, suas praias, avenidas e arborização a cidade é  conhecida como a “Riviera Americana”.  534km. ao sul de São Francisco e 150km. ao norte de Los Angeles. Dentre suas atrações podem-se destacar o admirável Palácio da Justça do município, com seu elegante interior de tetos pintados, aranhas de ferro gigantes feitas à mão, murais, portas decoradas, azulejos interessantes. A torre do relógio, com 24 metros, oferece uma vista espetacular da cidade.

A Igreja de Santa Bárbara foi criada em 1786 e é caracterizada pelas torres gêmeas com sinos e uma fachada encantadora. Há muitas casas históricas feitas em estuque, que permanecem como lembrança dos períodos espanhol e mexicano da cidade. O zoológico de Santa Bárbara possui uma área dedicada à botânica e mais de 700 espécies animais do mundo todo.

A cidade abriga uma das melhores marinas dos Estados Unidos, de onde partem excursões para avistar baleias e, ao longo da costa, entre o boulevard Cabrillo e a Shoreline Drive, há um museu marítimo.

Chamado de  Stearns Wharf, o píer de madeira é interessante e ponto de encontro de residentes e turistas da cidade. Todo em palafitas, com vários restaurantes e lanchonetes de boa comida a preços convidativos, além de excelente vista do local e da floresta de Los Padres.

SOLVANG - SAN LUIS OBISPO - Missões, flores e um pouco da história da colonização dos Estados Unidos.

As missões de Solvang e San Luis Obispo dividem o coração do visitante na Costa Central da Califórnia. O sotaque da colonização dinamarquesa confere o charme temático à pequena cidade de Solvang onde, numa larga rua principal quase sem movimento, até as bicicletas param para dar passagem aos pedestres. Lá, apesar da presença massiva dos descendentes de dinamarqueses, o sotaque hispânico da missão Santa Inês, que antecede a chegada dos europeus, nos lembra que estamos na Califórnia, território que já fez parte do México.

A fotogênica lojinha de souvenires com telhado que imita o de um moinho de vento entre outros telhados de aparência nórdica esconde o caminho que leva à missão de Santa Inês. Fundada em 1804, o prédio que se vê hoje foi reconstruído, após o terremoto de 1812 e uma nova construção em tijolo cru, foi concluída em 1817, onde ainda hoje as missas são celebradas diariamente. Ali, também se passou a maior revolta indígena no período missionário após a independência do México em 1810.

Visitando a missão de Santa Inês entende-se porque os primeiros colonizadores dinamarqueses escolheram ali  o.lugar para firmar moradia, no século XX. Eles já tinham passado pelo Estado de Iowa, e buscavam em terras mais ensolaradas uma região com relevo adequado para estabelecerem suas propriedades rurais, mas que tivesse o clima mais ameno. Encontraram na palavra solvang, a inspiração para dar nome aos “campos ensolarados” que encontraram nos arredores da missão fundada por espanhóis.

Até meados  dos anos 50, a arquitetura da cidade seguia o estilo Oeste americano, com fazendas espalhadas. Até que uma reportagem publicada no “Sunday Evening Post” identificou a cultura dinamarquesa em Solvang, o que aos poucos, começou a trazer os turistas.

Aproveitando a oportunidade, alguns líderes da comunidade tomaram a iniciativa de começar a erguer construções no estilo dinamarquês para tornar a cidade mais atraente e manter a tradição. No passeio para conhecer o centrinho do logradouro, o visitante encontra, muitas lojinhas de souvenires, principalmente objetos de decoração para casa, e guloseimas: padarias e docerias, onde se pode tomar um café da manhã com “pão e manteiga” e um pãozinho doce, bem parecido com sonho. Ali as guloseimas ainda são feitas artesanalmente.

Para conhecer um pouco mais da história do lugar e da herança cultural trazida pelos dinamarqueses, vale conhecer o Elverhoj Museum of History & Art.

A visita a San Luis Obispo pode começar pela Missão, e o ponto alto é o bem cuidado jardim no pátio interno, com banquinhos, roseiras, parreiras e outras plantas que conferem ao lugar a tranqüilidade de um refúgio de paz e sossego.

San Luis Obispo dista apenas 306  km. de Los Angeles e é tão pequena quanto arrebatadora, com seus 44.174 habitantes, um centro histórico bem mantido em torno de uma igreja colonial, muitas casinhas e clima hippie. Toda quinta-feira, a rua principal fecha abaixo de Hyguera Street., para realização de uma feirinha onde se encontram de produtos orgânicos a churrasco de costela.

A presença da Califórnia Polytechnic State University, com 18 mil estudantes, e do Cuesta College, com 11 mil alunos, são responsáveis pelo ambiente  jovial e estudantil de San Luis Obispo.

O centro da cidade é bem pequeno e com lojinhas de marca ao longo das ruas, onde se encontram boas opções de restaurantes. A presença de alunos pelas ruas lembra o visitante a toda hora que o território aí é deles. Quem duvidar não deve deixar de ver o Beco do Chiclete (Bubble Gum Alley, na Higuera Street), um paredão coberto por mais ou menos 1,7 milhão de pedaços de chicletes – uma obra de arte em constante evolução. O efeito é mais ou menos parecido com uma tela de Pollock. A “instalação” surgiu nos anos 60, numa esquina onde a “galera” costumava  se reunir.

“Acreditamos que, pelo fato de esta ser uma cidade universitária, que os estudantes encontram esta forma de arte como meio de se expressar. E o paredão de chicletes começou a crescer, crescer até que chegou a este ponto – conta Lindsey Miller, diretora de comunicação e Turismo da Câmara de Comércio de San Luis Obispo.

Hoje uma antiga máquina de chicletes (como as que ficavam em porta de supermercados, com chicletes de bolas coloridas) é mantida ao lado do paredão, para garantir que a obra continue evoluindo.

San Luis Obispo concentra a agitação noturna do condado, com boas opções de restaurantes, bares com música country ao vivo.
 
SAN SIMEON - e o fascínio do Hearst Castle.

Num roteiro pela Costa Central da Califórnia, por mais encantadoras que sejam as cidades que se visita, e as vinícolas que se experimenta, o Castelo  de William Hearst em San Simeon desponta geralmente como a “grande atração”. Local esse que pertenceu a um dos maiores magnatas da mídia norte-americana, fonte de inspiração para o cineasta Orson Wells no clássico Cidadão Kane. Hearst, não só morava no Castelo, mas dirigia de lá seus negócios. Os jornais que publicavam eram levados a ele de avião, diariamente, por seus funcionários.

Foram 3 décadas para a construção da propriedade. Hearst ergueu seu castelo no local onde, durante a infância, costumava apreciar a vista para o mar nas terras que herdou de seu pai – George Hearst que veio do Missouri para a Califórnia em 1850, em busca de ouro, mas foi prata que encontrou e sobre a riqueza gerada pela mineração fez a sua fortuna formando os alicerces do império de William Hearst.

“Mas havia uma porção de terra que George Hearst amava. E que era a terra que seu filho William também preferia: as montanhas que davam vista para a Baía de San Simeon, onde o jovem William passou os momentos mais felizes de sua infância. Realmente, por mais grandiosa que seja a construção com valiosas obras de arte, a vista é uma das coisas mais raras, preciosa, e única do lugar.

Por alguns anos, o castelo de William Hearst tornou-se um ponto de encontro do jet set internacional, com festas constantes  e sempre repletas de celebridades e convidados especiais, mas não por muito tempo, já que Hearst morreu em 1951 aos 88 anos de idade.

No passeio que se faz ao castelo, visita-se os salões e os aposentos onde ele recebia seus convidados, além dos jardins, das piscinas externa e interna. A imensa mesa de jantar está posta como nos áureos tempos e mostra que no cardápio da mansão Hearst, por mais sofisticado que fosse, o pote de catchup “Heinz” era item indispensável à mesa.

Para a visita ao castelo, deve-se reservar uma manhã sem pressa para conhecer a propriedade. E o passeio vale cada minuto das 3 horas que se passa conhecendo o extraordinário palácio.

BIG SUR - O maior espetáculo natural da Califórnia celebrizado pelo livro do mesmo nome, do escritor Jack Kerousac, Big Sur não é exatamente um lugar, mas um percurso de belezas do oeste americano. São 160 km. de belezas indescritíveis entre San Simeon e Carmel, reputado como o trecho rodoviário litorâneo mais bonito do mundo.

Os colonizadores espanhóis foram os primeiros a notar a beleza do lugar, referindo-se ao “Grande País do Sul”, daí o nome misto Big Sur, que ainda hoje sobrevive.

Big Sur, estrada que começa 40 km. ao sul de Carmel. São 160 sinuosos quilômetros de praias, montanhas e penhascos capturados em várias cenas clássicas de cinema. Não há grandes cidades ao longo da Big Sur, apenas a natureza, selvagem em Point Lobos (cheio de barulhentos leões-marinhos), romântica no parque Julia Pfeiffer e sua famosa cachoeira, árida na Jáde Cove e esotérica em Esalem, onde há um instituto ‘new age’ Uma boa parada para lanchar é Nepenthe, cidadezinha escondida cujo restaurante mais famoso leva o seu nome e serve no terraço à beira-mar.

A seqüência de curvaqs, praias desertas, montanhas e mirantes pede paradas e mais paradas.

CARMEL - Como uma jóia incrustada ao longo da costa central da Califórnia, tem a sofisticação de São Francisco e o glamour de Hollywood, plantada numa das mais belas paisagens do mundo. De ruas arborizadas, bem cuidadas, cheias de galerias de arte, joalherias e lojas de presentes, além de cafés, a poucos minutos de uma linda praia em forma de meia-lua. A presença do ator Clint Eastwood que  A Hog´s Breth In (pousada que pertenceu a Eastwood) é o lugar ideal para um Dirty Harry Burger ou um último drinque, no pátio perto de uma lareira ao ar livre.

MONTEREY - Muitos escritores e artistas já louvaram as belezas do litoral da península de Montery. Seus rochedos de granito foram recortados pelo oceano em formato de enseadas e pontas afiadas. As florestas de ciprestes e pinheiros, que abrigam no inverno as borboletas monarcas, cobrem o interior.  A partir de Carmel, vale a pena percorrer a célebre 17 – Mile Drive, única rodovia privada com pedágio a oeste do Mississipi e uma das mais  magníficas estradas  litorâneas dos E. Unidos. Toda coberta de ciprestes esculpidos pelo vento e pontilhada com afloramentos rochosos onde focas e leões-marinhos aproveitam os borrifos da água do mar. Através  dessa via chega-se a   Monterey, antiga cidade pesqueira, notória no passado por sua indústria de  enlatados de baleias e sardinhas, foi também a primeira capital da Califórnia, quando o Estado era colônia espanhola e até hoje conserva mais de 40 edifícios anteriores de 1850. A cidade ainda conserva  as características de porto de pesca e centro comercial.  Marca única  no local é o Monterey Bay Aquarium, o maior aquário dos Estados Unidos. Mais de 570 espécies reproduzem a rica vida marinha na área da baía de Monterey. O aquário reproduz em seu interior todo o ambiente marinho da Califórnia, constantemente monitorado por seus cientistas. Aliás, o trabalho deles pode ser observado ao vivo por meio de câmeras instaladas nos submarinos de pesquisa.

O mágico “oceano interior” do aquário abriga lontras-do-mar, tubarões, pingüins e a  hipnótica e incrivelmente bela medusa. Ao longo do dia, mergulhadores alimentam as espécies marinhas em um show que atrai dezenas de pessoas. Em algumas áreas, como no aquário das arraias, é permitido tocar os animais, uma experiência que fascina todos os visitantes.

Vale a pena experimentar a especialidade gastronômica da cidade: o “Clam Chowder”, uma sopa de frutos do mar servida dentro de um pão escavado.

RESNO – figura entre as cidades de meio porte da Califórnia e serve principalmente como lugar de pernoite para viajantes que estão cruzando o estado, seus pontos turísticos mais conhecidos são o Fresno Art Museum, uma Galeria de Arte, e o United States Aviation Museum, onde estão em exibição alguns aviões militares históricos.

YOSEMITE NATIONAL PARK -  considerado uma das mais belas áreas dos E. Unidos, com sua natureza exuberante, suas cachoeiras, rochedos de granitos, cânion, vales de pinheiros e sequóias, pode ser definido como um santuário. Situado no centro da Califórnia guarda os maiores e mais antigos seres vivos do planeta terra: as milenares e gigantescas árvores sequóias. Comuns em toda a América do Norte até a idade do gêlo, há cerca de 10 mil anos, hoje estas árvores podem ser encontradas somente em 3 localidades da Califórnia: os parques Kings Canyon, o Sequóia Park e  Yosemite.

Conta-se que o nome Sequóia surgiu graças ao botânico inglês Stephen Endlicher, que ao descobrir estes gigantes vegetais resolveu batizá-los com um nome que homenageasse um chefe índio da tribo dos Cherokee: o Cacique Sequóia, considerado um gigante entre os maiores.

O Vale de Yosemite foi descoberto em 1851 por um batalhão do exército americano enviado à região para apaziguar a luta entre índios e mineradores. No batalhão havia um médico que escrevia um diário no qual narra as primeiras impressões, poético e apaixonado, como quem houvesse descoberto um paraíso. A notícia se espalhou e bastaram quatro anos para que os primeiros visitantes chegassem.

Fundado em 1890, é o segundo  parque mais antigo do mundo e está incrustado na Sierra Nevada, na divisa dos estados da Califórnia e Nevada.  Dista,  aproximadamente, 350 km. de San Francisco e 500 km. de Los Angeles.

O parque tem cerca de 3.000 km. quadrados e nele vivem mais ou menos 75 espécies de mamíferos como ursos, coiotes, veados e outras espécies de pássaros, além de esquilos que estão em toda parte e adoram receber comida na boca, uma diversão a mais.

SAN FRANCISCO - Rodeada de montanhas, mar e contornada por duas famosas pontes, a Golden Gate e a Oakland Bay, San Francisco está localizada no topo de sete elevações que proporcionam uma esplendorosa vista, sendo muito difícil destacar o ponto mais atrativo dessa cidade, relativamente pequena, algo em torno de 800 mil habitantes, localizada na costa oeste do Pacífico, quase no centro da ensolarada Califórnia.

Situa-se em uma península de 120 km², e é um dos melhores portos fechados do mundo, e com 4 ilhas: Alcatraz, Angel, Yerba Buena e Treasure. A história da cidade é uma mistura de colonialismo espanhol e romantismo americano, e construída sobre uma cadeia de  montanhas, portanto de muitas ruas se tem uma bela vista da baía.

A Golden Gate, uma das mais famosas pontes do mundo centraliza as atenções dos visitantes, constituindo-se no principal ponto de referência de San Francisco, cuja paisagem não seria tão deslumbrante sem essa obra de arte...

É uma cidade jovem, apesar da aparência de velha emprestada pelas milhares de casinhas vitorianas que recobrem as suas colinas.

Ousada e sempre pronta a experimentar, suas ruas já balançaram ao som de acordes psicodélicos das guitarras hippies, no verão do  amor de 1967, e foram enfeitadas com bandeiras coloridas, para apoiar o movimento pelo orgulho gay, nas décadas de 70 e 80.

Uma das principais atrações de São Francisco é a sua rede de bondes centenária, com 17 km. de extensão, que circula a 15 km. a hora e cuja história pode ser vista no Museu  do Bonde. Aproveitar para passear pelas atraentes, cheias de ladeiras ruas da cidade e conhecê-las utilizando os bondes, chamados de Cable Cars, é obrigação prazerosa dos visitantes. San Francisco foi a primeira e hoje é a única cidade do mundo que ainda opera a linha de ônibus de cabo. Uma das razões é que suas ladeiras são tão íngremes que os ônibus ou bondes elétricos não conseguem vencê-las.

O bondinho é todo aberto. Seu “deseign” ainda é o mesmo de quando começaram a operar os primeiros  “cables cars”, no fim do século XIX.  Na época eles eram os principais meios de transporte da cidade. Havia mais de 600 deles operando mais de 21 rotas. Com o terremoto de 1906, esse sistema de transporte foi destruído. Chegou a haver uma tentativa de eliminar os bondinhos, mas um movimento popular preservou-os. Desde 1982, restaurados   prefeitura, os “cable cars” voltaram a funcionar, agora com forte apelo turístico.

Das três linhas de cable cars, vale a pena experimentar a Powll-Hide Line que parte da Union Square e vai até o final da Hide Street nas proximidades do Parque Victorian.

 Outra atração é uma caminhada pela  Lombard  Street, considerada a rua mais sinuosa do mundo com suas 8 curvas em menos de 200 km, plenamente decorada com belíssimos e ziguezagueantes canteiros de flores coloridas.ao longo do percurso.

Outros pontos turísticos que valem a pena visitar são o Píer dos Pescadores; Alcatraz ou “The Rock” (O Rochedo), que foi  o lugar de uma penitenciária federal dos E. Unidos de 1934 a 1936. A lendária ilha-prisão que teve como “hóspede” o famoso criminoso Al Capone. Esta prisão de segurança máxima foi convertida em parque nacional e centro popular de atração turística; Chinatown, o Centro Japonês, Ocean  Beache e a Seal Rock, e o Fisherman’s Wharf onde frotas de barcos pesqueiros.ainda fornecem os cardápios, e mais o Píer 39, um conglomerado de lojas e restaurantes típicos e internacionais.

Á noite uma das atrações fica também por conta do incrementadissimo North Beach onde se situam as agitadas casas noturnas e os restaurantes mais badalados da cidade, inclusive a super requisitada  pizzaria North beach.

HAVAÍ - Com belas praias, cidades  bonitas  e passeios a vulcões, as paradisíacas ilhas do Havaí estão sempre na moda.

Iluminado por um sol forte e embalado pelo som do hula-hula, o Havaí é um dos lugares mais bonitos do mundo, com ilhas magníficas e vulcões ativos. Na verdade, ele é mais do que uma simples onda, é uma viagem para sempre. Plantado no meio do Oceano Pacífico, a 6 horas de vôo de Los Angeles e a 7 de Tóquio, é o melhor oásis que existe entre o Ocidente e o Oriente.

Aloha! É a senha de entrada no paraíso. É mais do que uma formalidade do tipo “oi”, “bom dia” ou “seja bem vindo”. É a tradicional saudação havaiana, que quer dizer tudo isso junto e mais alguma coisa, como: “esperamos sinceramente que sua estada no Havaí seja muito feliz”.

Embora dê a impressão de ser apenas um punhado de manchas minúsculas na imensidão do Pacífico, o Havaí é o maior cordão de ilhas existentes no planeta, com cerca de 2.800 quilômetros de um extremo ao outro. Junta 4 ilhas maiores (Kauai, Oahu, Maui e Big Island); 4 médias (Niihau, Molokai, Lanai, e Kaloohawe) e mais uma centena de ilhotas, todas de origem vulcânica, que foram brotando no mar no sentido oeste-leste.

Como se tudo fizesse parte de um detalhado projeto da natureza, as atrações também estão bem distribuídas pelas ilhas.

OAHU – (que significa lugar de encontro) Ilha com lugares tão famosos como  Honolulu que é a capital, Waikiki, Pearl Harbor e Diamond Head.  Oahu também conhecida como o centro de intercâmbio cultural entre o Oriente e o Ocidente, oferece muitas belezas naturais e outras elaboradas pelo Homem.

HONOLULU –  é porta de entrada do Havaí, já que seu aeroporto recebe todos os vôos internacionais.  e é a mais equipada e povoada de todas as ilhas.do  arquipélago. É a essência de Oahu. É o ponto central das operações marítimas no Pacífico. Uma cidade muito limpa e segura, com sua vegetação exuberante e uma cadeia de montanhas vulcânicas, sem esquecer suas charmosas praias de areias brancas e extensos campos de plantação de abacaxi e cana-de-açúcar. Tem duas áreas turísticas fortes: o centro histórico, onde ainda brilham as lembranças da antiga monarquia havaiana, uma simpática  Chinatown com seus mercadinhos e lojas típicas e o centro financeiro (com arranha-céus), situados junto à área portuária. Sua fartura de restaurantes revela a excitante diversidade étnica local e seu papel de encruzilhada do Pacífico.

E seguindo a costa está Waikiki, o maior centro de entretenimento, com sua praia famosa, hotéis cinematográficos, lojas de grife, bares animados e bons restaurantes. Agitada, Waikiki  praticamente não dorme, porque a vida noturna acaba bem tarde.. Aliás, quando o sol se põe, as ruas e avenidas ganham uma beleza extra: centenas de tocheiros, instalados em canteiros, e microlâmpadas, que envolvem as árvores, são acesos. A praia de Wakiki é urbana, mas nem por isso perde o charme. O calçadão é um vai-e-vem de turistas e o local onde fica a estátua de bronze de Duke Kahanembu, o mais importante atleta havaiano e tido como pai do surfe, é ponto turístico.

Uma particularidade importante da ilha consiste em explorar a exótica cozinha em que técnicas de preparo francesas, o melhor da cultura asiática e os peixes e vegetais locais se reúnem em uma combinação perfeita.

Molhos à base de frutas tropicais acompanham carnes e pescados. Pratos tradicionais das cozinhas chinesa, tailandesa ou japonesa surgem com nova roupagem e apresentação complexa, herança dos ‘chefs’ vindos da França para comandar as cozinhas dos hotéis de Waikiki na década de 50. Esses pratos, mesclam sem disfarce, cada uma das culturas que ajudaram a formar a nova etnia havaiana e que se convencionou de chamar de cozinha euro-asiática.

PEARL HARBOR - Não é a beleza natural que faz de um pequeno pedaço da ilha de Oahu uma das áreas turísticas mais visitadas de todo o Havaí. Pearl Harbor se tornou um capítulo dramático da História Americana quando, na manhã do dia 7 de dezembro de 1941, os japoneses lançaram um ataque arrasador sobre a base militar, destruindo 11 navios, 188 aviões e causando 2390 mortes – epsódio que lançou os Estados Unidos de vez na Segunda Guerra Mundial. Pearl Harbor, transformado em museu e memorial, permite aos visitantes uma viagem ao passado, por vídeos, documentos, fotograqfias e até o que restou de uma bomba japonesa.

Sobre os destroços submersos do encouraçado USS Arizona, o primeiro a ser atacado pelas bombas lançadas pelos japoneses, e onde morreram 1.177 militares, foi erguido um memorial. É o carro-chefe da base naval.

KAUAI –  A mais verde e a mais antiga ilha do arquipélago do Havaí a exuberante e intemporal Kauai é basicamente um imenso vulcão a 4.828m. do fundo do mar que vem proporcionando cenários paradisíacos a filmes de Hollywood e programas de televisão, como Jurassic Park, FeitiçoHavaiano, King Kong, e a Ilha da Fantasia.

A população de Kauai (não mais de 5% do total do estado), considerada a mais simpática do Havaí, é adepta do modo de vida tradicional do arquipélago: sem pressa e focado na beleza natural, muito diferente da ostentação típica dos resorts da ilha vizinha de Maui.

Com 48km. de largura máxima (pode-se circundá-la em apenas duas horas), essa ilha relativamente pequena tem dois terços impenetráveis. Mas o último terço, que espetáculo! O ponto alto da beleza desse lugar é o litoral norte, talvez o local mais bonito de todo o Havaí.

Kauai diz possuir as mais belas praias do arquipélago. A melhor e mais conhecida é a de Hanalei, com 3,2km., o centro de surfe de Kauai. Foi ali que Mitzi Gaynor jurou esquecer Rossano Brazzi no clássico musical ao Sul do Pacífico, de 1957, e essa também é a terra encantada onde Puff, o Dragão Mágico se divertia em meio ao nevoeiro do outono. No coração da costa sul, a praia de Poipu é outro recanto célebre por sua beleza, pelos locais de mergulho e por sedutores resorts, como Hyatt Regency Kauai Resort and Spa, que tem 20 há. de paisagismo exuberante, instalação ambientalmente coberta, spa a céu aberto e campo de golfe assinado por Robert Trent Jones Jr. A pouca distância, Kapan, a maior cidade da ilha, com 5.000 habitantes, é outra praia irresistível da Royal Coconut Coast.

Waimea,  mais conhecida como o lugar onde em 1778 o navegador britânico James Cook ancorou pela primeira vez no Havaí, é uma cidade que também merece uma visita. Localizada na entrada do cânion de Waimea, de 22 km, foi chamada por Mark Twain de “Gran Canyon do Pacífico”. Dos mirantes se pode ver todo o vale, de 3,6 km de largura e 900 m de profundidade, colorido de ocre, ferrugem e âmbar.  O monte Waialeale fica bem no centro dessa ilha quase redonda. Seu cume, de 1.569 m, sempre coberto de nuvens, é considerado um dos lugares mais úmidos do mundo, com índice pluviométrico médio anual de 11.277 mm No restante de Kawai a precipitação é muito menor (partes de sua região recebem apenas 980 mm por ano), embora  em média chova mais alí do que no resto do estado. Por causa disso a ilha é conhecida no arquipélago como o lugar onde nasce o arco-íris. O manto de flores e plantas verdes de estufa que a cobre mais parece um grande jardim botânico, e foi por esse motivo que ela ganhou o apelido de “Ilha Jardim”.

HILO - Está localizada na costa leste da Big Island, a maior ilha do arquipélago havaiano e é muito conhecida por ser a portada de entrada do “Parque Nacional dos Vulcões do Havaí”,  onde se encontra o vulcão mais ativo do planeta  e perigoso dos Estados Unidos, na atualidade, que é o Kilauea, o vulcão dos rios de fogo que todos querem admirar.

Possui uma vegetação exuberante, com uma vista interminável que se estende do oceano até o majestoso Mauna Kea,  o vulcão com neve que se encontra extinto a cerca de 4.500 anos. Mauna  Kea é o ponto mais elevado do arquipélago, o décimo quinto mais proeminente do mundo e é a montanha mais alta do planeta se levarmos em consideração a medida desde a base até ao pico – tem 10.203 m a partir do fundo do oceano Pacífico (5.998 m abaixo da superfície, e  4.205m acima).

Hilo foi devastada duas vezes no século passado por dois tsunamis, um no dia primeiro de abril de 1946 e o outro em 23 de maio de 1960. Dos dois tsunamis que passaram, apenas um prédio ficou de pé na beira da baía e hoje abriga o Museu de Tsunami  do Pacífico, com a marca da história nas paredes.

Na Avenida da orla  alguns prédios e um incipiente comércio, e avançando um pouco mais para dentro da cidade, depara-se com uma das belezas naturais do local que é a Cachoeira do Arco-Iris (Rainbow Falls), uma linda queda d´água ao lado de várias escolas, numa área encantadora.

Por Hilo  já passaram algumas celebridades como o Jazzista Louis Armstrong e a pioneira da aviação Amélia Earhart, que deixou plantadas grandes figueiras numa alameda conhecido como Alameda das Figueiras.  As figueiras, aliás,  são a marca registrada da cidade, que por causa do excesso de umidade do local, crescem desproporcionalmente e apresentam o fenômeno das raízes adventícias, que só acontecem nessas condições. É muito lindo!...

Enfim, Hilo oferece uma série de atividades, mas não deixe de conhecer os famosos viveiros com suas exóticas espécies de flores tropicais.

KONA - também conhecida como Kailua Kona, ao lado oposto de Hilo, vive essencialmente do comércio e do turismo, é famosa pelo fato de aí se desenvolver uma das provas desportivas de Triatlo Masculino mais importante do mundo. É em Kona que é produzido um dos cafés mais conhecidos do planeta e também dos mais saborosos: o café Kona. De acordo com seus produtores e revendedores é 100% puro devido as características do solo local e ao modo como é produzido. Vende-se em duas variedades: Kona Café e Nanpaka. Além disso, encontra-se em Kona o internacionalmente reputado restaurante do mesmo nome cuja Tonga Toast, recheada de banana frita, é  pequeno almoço exclusivo da casa.

É também conhecida pela pesca de profundidade. Esta área tem o recorde mundial de “Pacific Bleu Merlin de 1100 libras”.A cidade do Refúgio, utilizada há mais de 400 anos como asilo político e religioso, se mantém como uma recordaçãodo Havaí antigo. Todos os anos entre dezembro e abril  Kona também é visitada pelas Baleias Jubartes – elas viajam do Alasca até o Havaí para se reproduzirem  nas águas mornas tropicais.

Vale a pena uma caminhada pela cidade  repleta de hotéis turísticos e de primeira, além do centrinho lotado de lojas de souvenires para turistas, bares e restaurantes, tudo em clima de aloha-praia.

MAUI – é uma espécie de síntese do arquipélago havaiano. Eleita sucessivamente como a melhor ilha do mundo pelos leitores da prestigiada revista americana Conde Mast Traveler tem litoral recortado, em que cada enseada esconde resorts magníficos e um relevo verde e montanhoso, cheio de rios, cachoeiras e piscinas naturais. Conhecida também como Valley Isle “Ilha Verde”, seu nome provém do semi-deus polinésio que, após ter retirado do mar todas as ilhas do Havaí, decidiu de fazer dessa – a mais bonita de todas elas – o seu lar.

Boa parte da história pode ser conhecida em Lahaina Town, que é Monumento Histórico Nacional. A infra-estrura  turística e a parte histórica se concentram em West Maui. Uma das mais belas paisagens da  ilha é a do Monte Haleakala, um vulcão ainda semi-ativo que guarda em suas encostas 7 zonas climáticas diferentes e está protegido pelo Haleakala National Park.

Nada supera a visão do imenso monte Haleaka (Casa do Sol), de 3.055 m de altitude, nem as vistas que ele proporciona. Esse vulcão tem a maior cratera do mundo – tão grande que poderia conter a ilha de Manhattan. Uma tradição obrigatória a ser seguida pelos viajantes é subir até seu pico às 03h para ver o nascer do sol. “O espetáculo mais sublime que já presenciei”- disse Mark Twain. Depois é só descer de bicicleta os 61 km de ziguezagues da Haleaka Crater Road, passando por 3 zonas climáticas diferentes.

 Além de seguir pela Haleakala Center Road para chegar ao topo do monte, outro conhecido programa rodoviário da ilha (e um dos mais pitorescos do Pacífico) é a estreita e sinuosa  “rodovia” Hana, no exuberante e isolado litoral nordeste. Segundo estimativas  não oficiais, ela faz 617 curvas, 54 pontes com passagens para um só veículo, dezenas de cachoeiras e numerosos panoramas.

Vale a pena conhecer o “Caminho de Hana”, é impressionante  como uma estrada tão pequena pode concentrar tanta beleza.

A Hana Highway ou Route 360, revela vários dos tesouros de Maui: litoral recortado, piscinas naturais, rios e cachoeiras... A rodovia de 84 km. liga a praia de Kahului até a cidade de Hana.

Maui também é a capital mundial dos observadores de baleias. De dezembro a março, as baleias humpback povoam as águas de Maalaea Bay. As águas também escondem grandes variedade de flora e fauna marinhas, principalmente em Molokini Island.

Atividades principais: esportes aquáticos em geral, pesca esportiva, observação de baleia, expedições através dos bosques e montanhas (hiking), jogos de golf, mountain bike, cavalgadas, luaus, passeios de helicóptero, passeios de veleiro e cruzeiros para ver o pôr-do-sol.

 

 

Maiores Informações:
E-mail: sebastiana@valeverdeturismo.com.br.
Tel.: (91) 3218-7333.

 

 

 

 

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