Escandinávia é possivelmente, um dos destinos europeus mais desejados. E Dinamarca, Noruega, Suécia e Finlândia com extensão a Rússia, estão entre os países menos conhecidos da Europa.

A 1 hora e 25 minutos da Europa Antiga, histórica, cheia de monumentos grandiosos está uma outra Europa, rica, que esbanja civilidade, farta em cultura e belezas naturais. Com gente bonita e cheia de simpatia, história de guerreiros vinkings, contos de fadas e gastronomia especialíssima.

Sua maravilhosa geografia, com algumas das mais belas paisagens do mundo, sua incomparável hospitalidade, sua saborosa e variada cozinha, o respeito e a seriedade dos serviços turísticos, um conjunto de países com uma das mais avançadas sociedades do Planeta Terra, são algumas de suas vantagens.

Em destaque podemos falar de belas e modernas cidades e também vilarejos quase de brinquedo, com uma maravilhosa arquitetura como os belos Castelos de Kromborg, Frederiksborg ou o Palácio Real de Estocolmo e o Bairro Medieval de Ahrus.

O clima escandinavo é muito frio uma grande parte do ano, por isso nossa proposta de roteiros atinge somente de maio até setembro. Nestes meses de primavera e verão, poderemos desfrutar um dos mais belos espetáculos da natureza.

Enquanto que os visitantes desses países ficam fascinados pelas histórias do corajoso passado Vinking, hoje em dia encontram aldeias encantadoras, cidades sofisticadas, e panoramas de fortes contrastes, no topo da Europa. O sol da meia-noite só brilha no inverno, mas as boas-vindas são calorosas o ano inteiro.

DINAMARCA – Pequena sereia do Báltico. Uma estátua de bronze de uma sereia guarda o horizonte marinho de Copenhague. É o símbolo de um território somado ao Báltico com a mesma graça das ninfas do mar. A riqueza da sua história e a natural beleza, espalhada por um território irregular repartido entre as águas, fazem da Dinamarca um destino fascinante. O país que remove-se entre a velha Europa da terra firme e o frio escandinavo tem muito o que contar a todo aquele que for conhecê-lo.

Um reino junto ao mar há mais de mil anos, a Dinamarca e seus muitos portos valem uma visita. Ocupando a Península da Jutlândia e centenas de ilhas no centro-norte da Europa exibe um elevado padrão de vida.

Os dinamarqueses são amáveis e hospitaleiros, o que faz este destino mais atrativo.

Lá, encontrará cidades modernas que convivem com aldeias tradicionais em um quadro natural invejávell, além de variada paisagem, que pula das ilhas ao continente em um atrevido contraste. Você poderá realizar excursões pelo vasto território e navegar em cruzeiro pelas ilhas, visitar monumentos e desfrutar de numerosas atividades que propõe este dinâmico país.

COPENHAGUE – Fica na ilha de Sjaellan. Um banho de cultura e civilização, com o mesmo grau de cosmopolitismo de grandes metrópoles mundiais, como Nova York, Paris ou Londres. Copenhague, a capital da Dinamarca e porta de entrada para a Escandinávia, consegue reunir o que de melhor existe na Europa sem apresentar o gigantismo assustador das capitais já citadas. Consegue unir a modernidade dos setores de alta tecnologia com a preservação do patrimônio histórico.

Em qualquer lugar da cidade, percebe-se que se está em um lugar diferente. Afinal, onde no mundo a população pode se dar ao luxo de ir trabalhar de barco, ancorando-o no Centro?

Recortada por canais e dominada por prédios antigos conservados, de não mais do que cinco andares, a capital dinamarquesa respira organização por todos os lados.

Na Stroget, uma das mais famosas ruas de turistas do mundo, o visitante pode ver a história da Dinamarca por meio da arquitetura dos edifícios. No início, prédios dos anos 30 dão o tom, baixos e bem conservados. Mais para o meio, começam as típicas construções dos anos 60, um pouco mais altas e estreitas. No trajeto, surgem praças que mostram uma Copenhague medieval, com edifícios históricos e pequenas vilas, onde estão os melhores restaurantes do país.

Num programa de visitas não se pode deixar de conhecer a Praça da Prefeitura, a Pequena Sereia, Fonte de Gifion, Bolsa de Valores, Canais de Nyhavan, o Castelo de Cristianborg, o Planetário. Á noite, conheça o célebre Parque de Tivoli, um dos mais famosos do mundo no gênero e aproveite para jantar num dos restaurantes mais populares de Copenhague.

O prato nacional é o smorrebrod, que siginifica “pão amanteigado”. De fato, são sanduíches abertos com lhas de recheio, como camarão, arenque, salmão defumado e ovos mexidos, patê de fígado e gelatina, ou carnes sortidas. Você vai encontrar isto em todo lugar, restaurantes, bares e lojas de alimentos finos.

Tire um dia de passeio completo em uma excursão percorrendo e curtindo paisagens típicas da Dinamarca através do Parque Klampenborg, Castelo Kronborg famoso porque aí viveu Hamlet, príncipe da Dinamarca, segundo escreveu Shakespeare, o Castelo Frederiksborg com sua famosa Capela Real.

Imperdível uma visita à cidade de Roskilde, com sua famosa Catedral onde são enterrados os Reis da Dinamarca, prosseguindo até o pequeno porto de Hallskov para atravessar em ferry-boat até a ilha-jardim de Fyn, cuja maior cidade é ODENSE, conhecida mundialmente por ser o lugar de nascimento do famoso escritor de contos infantis Hans C. Andersen, conhecendo a casa-museu do célebre escritor. Em Odense também visitaremos o castelo de Egeholm e continuaremos até Jylland que é um dos distritos agrários mais ricos da Europa.

LEGOLAND – Fantástico, arrasante, extasiante, imperdível parque de diversões situado na cidade de Billund, é todo feito de peças Lego. Encontra-se dividido em sete áreas temáticas: Miniland, com réplicas em miniatura de conhecidos edifícios espalhados pelo mundo; Pirate Land, zona de piratas e tesouros por descobrir; Castle Land, com um imenso castelo cuja torre mais alta atinge 18 metros de altura; Adventure Land, que acolhe uma montanha russa com mais de 400 metros de comprimento; Lego Explore Land, com múltiplos atrativos para os mais pequeninos; Legoredo Town, “cidade” habitada por índios e cowboys; e Imagination Zone, onde os visitantes podem controlar robôs e assistir a um impressionnte filme de ação repleto de efeitos especiais. Uma nova atração, Power Builder – um “carrossel” ultramoderno, em forma de robô, cujo percurso é programável pelos utilizadores – vários espetáculos, lojas e restaurantes completam a oferta do Legoland Billund. Destaque é o palácio em miniatura do Hada Titiana com uma coleção de mais de quinhentas bonecas do século XIX.

ARHUS – localizada na região central, no condado de Ahrus de que é a capital, é a segunda maior cidade do país e importante centro comercial cuja parte medieval é considerada como uma das mais belas da Europa. Sua catedral gótica foi consagrada em 1201.

A partir de Ahrus desceremos as planícies de Jutlandia chegando ao porto de Hirtshals onde se embarca no maior e mais moderno hidro-catamarã do mundo cruzando o Mar do Norte em aproximadamente 3 horas alcançando a cidade de Kristiansand, já na Noruega, onde vamos desfrutar de um dia completo em contato com a natureza do país quando rumaremos aos profundos vales chegando ao Parque Nacional de Hardangervidda. Após curta viagem em ferry cruzaremos o fiorde de Sagas e chegaremos à cidade de BERGEN que é a porta de entrada à natureza e ponto de partida para a descoberta dos Fiordes de Nordfjord, Hardanger fjord e Sognefjord e do Parque Nacional de Jotunheimen.

Bergen é uma cidade muito bem conservada e uma das mais bem limpas da Europa se distinguindo por suas numerosas casinhas de madeira de diferentes cores em meio de uma vegetação próxima ao paraíso. Um passeio pela cidade pode começar em Torget, o mercado de peixe, um animado centro comercial em outros tempos. No bairro de Brygen, no velho porto, pode-se caminhar pelo Paseo Marítimo Tyskebriggen e admirar as construções de madeira do séc. XVII consideras Patrimônio da Humanidade. A casa-museu do famoso compositor Edward Griegtroldhaugeb e as famosas Casas Hanseáticas, o Museu Theta e a Igreja de Maria, do séc. XII.

Em meio a uma natureza inacreditável, entre os fiordes mais populares encontra-se o Sognefjord, o mais longo do país, com 200 quilômetros de longitude. A experiência de navegá-lo é arrebatadora. Na travessia conhece-se pequenas e pitorescas cidades como Flam, Vangsnes, Baistrand, Fjaerland, Sogndal e Nigarsbreen. Continuando através de Valdres, visitando o Borgound Stavkirke, feito inteiramente de madeira, chegaremos a Fagernes continuando nosso percurso pelo Vale de Dires chegando a OSLO, capital da NORUEGA, voltada para o mar, luminosa, moderna, fresca e bela. Como outras cidades litorâneas, concentra na orla, ao longo da baía, alguns dos seus bairros mais elegantes e seus principais pontos turísticos. Museus, fortes, restaurantes, cafés e gaivotas ocupam as avenidas e dividem a vista para o mar com transatlânticos, cargueiros, iates e todo tipo de embarcação, que se espalham pela costa, desde o imenso porto – marca registrada da capital, cidade onde passado e presente se misturam harmoniosamente. Atração única, famosa em todo mundo, o Museu das Embarcações Vinkings não pode deixar de estar incluso em uma visita, assim como o famoso Parque Frogner onde se encontram as belíssimas esculturas de Gustav Vigeland, o artista norueguês que, trabalhando com bronze e granito, criou um conjunto de expressivas esculturas, batizando-as “O Círculo da Vida”. Veremos também o Museu da Balsa Kontiki, a Prefeitura, a Fortaleza Medieval de Akershus, a Catedral, as áreas comerciais do Aker Brygge e Karl Johans Gate, com dezenas de lojas e restaurantes, o Palácio Real e os esplêndidos prédios da Universidade, Parlamento e Teatro Nacional. De Oslo atravessaremos a fronteira para chegarmos em
ESTOCOLMO capital da SUÉCIA, passando pelos bosques da província de Varmiland. Erguida sobre 14 ilhas entre o Lago Malarem e o Mar Báltico, numa região de nada menos que 24 mil ilhas, é uma cidade cheia de verde, palácios suntuosos, pontes sem fim e barcos no horizonte. Navegar, aliás, é uma grande pedida. Até alguns atrás os suecos gostavam de dizer que Estocolmo era a Veneza do Norte, mas o título caiu em desuso, pois a cidade tem brilho próprio e dispensa comparações. É capaz de despertar paixões à primeira vista. Romântica, bonita, moderna e vibrante é um dos pontos altos da Escandinávia.

Caminhar em Estocolmo é cruzar uma sucessão infindável de pontes e canais. Praticamente toda a arquitetura da cidade é no estilo de prédios clássicos e elegantes. Se você aprecia história, o Museu Sueco de História tem exposições contando toda a história do país, desde a pré-história até nossos dias, sendo que um dos pontos altos é a sala dedicada aos vinkings, onde se pode conhecer aspectos geralmente desconhecidos sobre sua cultura e civilização.

O museu mais visitado da Suécia é o VASA, instalado no barco do mesmo nome que afundou no século 17. O desastre do VASA não teve nada de heróico: ele simplesmente afundou no porto de Estocolmo no dia de seu lançamento, levando para o fundo do Báltico suas 10 velas, 64 canhões, três mastros e o orgulho da armada real. O VASA foi resgatado em 1961 e hoje os seus sete andares têm exposições curiosíssimas, maquetes e recursos multimídia. Agora, sim, ele é o orgulho dos suecos.

É uma capital para excelentes caminhadas. A melhor delas é a descida da Rua Drottninggatan desde o observatório, no norte, até a Gamla Stan (Cidade Velha) no sul. Trata-se de uma rua de pedestres, cheia de lojas, antiquários, bons restaurantes e uma mistura dos tipos que vivem na cidade. É o lugar ideal para uma refeição memorável, principalmente para aqueles românticos que apreciam um ambiente à luz de velas. Se este for o seu caso, sugerimos o simpático Michelangelo (Rua Vasterlanggatan, 62), além da comida saborosa e farta, lá todo mundo fala italiano, o que facilita a escolha dos pratos.

O passeio deve se alongar pela Cidade Velha, com resquícios da época da fundação de Estocolmo (1252) e o imenso STADSHUSET, prédio que mistura prefeitura, galeria, restaurante e salões suntuosos – num deles, o SALÃO AZUL, acontece anualmente a entrega do Prêmio Nobel com a presença da Família Real. No mesmo bairro, são imperdíveis a STORKERKAM (Catedral Gótica), do século 15, e o PALÁCIO REAL KUMGLIGA SLOTETT, construção barroca do século 18 com mais de 600 cômodos.

Além da Gamla Stan, Estocolmo tem outros bairros interessantíssimos, como o moderníssimo Norrmalm e o Djurgardem, o bairro de lazer, onde se encontram vários bares, e restaurantes.

Continuando faremos um embarque num luxuoso “ferry-boat” dotado de bares, restaurantes, salão de baile, sala de jogos, “free-shop” e muitos outros atrativos que propocionam uma animada e agradável travessia ate Turku. Jantar livre a bordo, e finalmente, desembarque, prosseguindo em ônibus para Helsinque capital da Finlândia (Suomo, em finlandês), cujas paisagens são uma variação soberba dos temas de floresta e água, onde os confortos da vida moderna nunca se encontram muito longe. Um verdadeiro labirinto de águas interiores, com uma profusão de baias, cabos e ilhas, às vezes abrindo-se em amplas vias aquáticas, estende-se por todo o pais. Os lagos estão ligados por rios, estreitos e canais e oferecem uma variedade de oportunidades de recreio.

De Junho a Agosto, a natação e os passeios de barco são passatempos populares e uma rede de rotas em barcos a vapor nos lagos, ligando muitas das cidades principais, faculta uma forma tranqüila de percorrer o pais. No inverno, os lagos gelados são transformados em pátios de recreio gigantes para esquiadores e patinadores. O outro elemento principal da natureza é a floresta que excluindo as colinas mais altas do Norte da Laponia, se estende por todo o pais. As espécies mais comuns de árvores são o pinheiro, a bétula e o abeto.

A Finlândia possui alguns dos ambientes naturais mais vastos e intactos de toda a Europa. Às vezes, o país é referido como o país dos mil lagos, mas a última contagem alcançou, de fato, a um total de 187.888 lagos.

Devido a ocupação do território pelos suecos durante setecentos anos (desde o século XII ate l809) cerca de 6% da populacao fala sueco. A Finlândia acedeu a independência após a Revolução Russa em 1917, ano em que foi instaurada a República. O Parlamento unicamaral tem 200 deputados eleitos por um mandato de quatro anos.

O país desenvolveu uma economia moderna e competitiva, sendo líder mundial no setor do equipamento de telecomunicações. As exportações são constituídas principalmente por equipamentos de telecomunicações e produtos do setor metalomecânicos, papel, pasta de papel e madeira, artefatos de vidro, aço inoxidável e cerâmica.

Helsinquia ou Helsinque – em finlandês: Helsinki, em sueco: Helsingfors, com aproximadamente 560 mil habitantes, e a maior cidade do pais, está localizada na parte meridioanl da Finlândia e forma uma conurbação com outras três cidades: Espoo, Vantas e Kauniainem que no seu conjunto, constituem a chamada Área Metropolitana de Helsinque com uma população total de cerca de 1.179.000 habitantes.

Helsinque espalha-se por várias ilhas, entre as quais se encontram Seurasaari, Lauttasaari, Korkeasaa – onde se locaaliza o maior jardim zoológico da Finlândia – assim como a ilha fortaleza de Suomenlinna.

Helsinque foi fundada em 1550 por Gustavo I, rei da Suécia Tallinn, na Estônia. No século XVIII, os suecos construiram a fortaleza de Suomenlinna na tentativa de protegeram a região do expansionismo russo. Em 1952 aqui se realizaram os Jogos Olímpicos de Verão, o que reforçou a importância da cidade no panorama desportivo mundial. No ano 2000 foi eleita a Capital Européia da Cultura, no momento da celebração dos 450 anos de seu aniversário. Em agosto de 2005 recebeu o Campeonato Mundial de Atletismo.

Este, e aquele lugar onde tudo parece funcionar bem, na hora certa, do modo certo. E um lugar ideal onde suas principais atrações estão na região central, dentro de uma área facilmente percorrida a pé. A estação ferroviária é um dos principais prédios do centro, situada próximo a tudo que é importante.

A Avenida Mannerheimintie, e o endereço de alguns excelentes restaurantes, lanchonetes e diversos estabelecimentos comerciais, com destaque para a loja de departamentos Stockman a maior de Helsinque. A Praça do Senado e um dos pontos marcantes da cidade, dominada pela Catedral Luterana Tuomiokirko, construção de 1852. No centro da Praça, um monumento homenageia o Tzar Russo Alexandre II. Cercando a praça estão outros prédios importantes, como o Conselho de Estado (1822), a Universidade (1832), e Biblioteca Central. Todo o conjunto é extremamente harmônico arquiteturalmente, e costuma estar sempre repleto de visitantes. Em volta há também lojas de artigos turísticos e pequenos restaurantes.

A menos de um quilômetro da praça do Senado situa-se a Catedral Uspenski, erguida no topo de uma colina, frente ao porto. Externamente este prédio em estilo bizantino destaca-se da arquitetura típica dos prédios a sua volta, mas seu interior é ainda mais opulento, graças as paredes cobertas por ícones ortodoxos.

Vale a pena visitar a rua residencial Cygnaeuksenk, trecho entre a colina da igreja Temppeliaukio e o parque Djurgarden. É recomendável um passeio para conhecer esta parte da cidade percorrendo as vias Lonnrotink, Uudenmaankatu e Bulevarden, que abrigam dezenas de restaurantes, lojinhas, sebos, antiquários, curiosidades e prédios residenciais. Observe que a maioria dos prédios residenciais da cidade e no estilo caixote.

Visita imperdivel e a igreja Temppeliaukio, uma das principais atrações turísticas da cidade. Seu nome significa Igreja na Rocha. Esse templo foi construído dentro de uma sólida rocha de granito, em1969, e a impressão que se tem lá dentro e estar no interior de uma cratera. A cobertura da Igreja é feita por um círculo côncavo de cobre, e o conjunto resultante e diferente de tudo que se pode ver no gênero.

Um dos locais mais aprazíveis de Helsinque é a Avenida Pohjoisesplanadi, situada em frente de um simpático jardim. Lá está um ótimo café, com mesas na frente da calçada. Em seu interior, um excelente buffet oferece desde salgados até doces diversos para acompanhar chá ou chocolate quentes, pedidos ideais para o clima frio da cidade. Vale a pena uma visita ao Museu Nacional, que tem exposições a respeito da vida na Finlândia, desde os tempos históricos até a época atual.

A Nokia, uma das maiores empresas de comunicação é finlandesa.

Se o tempo sobrar, aproveite para visitar a fortaleza de Suomenlinna, uma das mais com 250 anos de idade foi erguida quando o país ainda era controlado pela Suécia. Diversas embarcações zarpam da Praça do Mercado e levam os visitantes até lá, sendo que a jornada dura apenas 15 minutos.

Por estar situada bem ao norte, durante o verão os dias são longos e o sol quase não some no horizonte, dando origem ao conhecido fenômeno do Sol da Meia Noite. Por outro lado, durante o pique do inverno, as horas de luz são poucas, criando o fenômeno oposto, que batizamos de Lua do Meio Dia. Dando prosseguimento a viagem, atravessaremos a fronteira da Rússia, passando por Vyborg, que tem uma fortaleza do século XVIII. A alma “russa” vai se mostrando nos cenários descritos em clássicos da literatura, como Guerra e Paz e Doutor Jivago. Margeado por belas praias e dachas – as casas de veraneio dos “novos russos” – está o mar Báltico, que atingiremos cruzando as rodovias da misteriosa Rússia, chegando a esplendida São Petersburgo, antiga Leningrado, em homenagem a Lênin, considerada uma das mais lindas cidades do mundo, que não cede a Paris, Londres e Roma por sua importância histórica e cultural. Sua arquitetura ímpar faz desta cidade Patrimônio Cultural da Humanidade. Para apreciá-la e sentir a sua beleza deve ser visitada de preferência a pé, andando através de suas pontes, por mais longas que sejam, sobre o imponente rio Neva, e ver a sucessão de aristocráticos palácios as suas margens mudando de ângulo no lento ritmo dos passos, os detalhes rococós ou clássicos das fachadas e dos delicados canais que percorrem toda a cidade.

Pedro, o Grande, fundador da cidade, colocou no dia 16 de Maio de 1703, na ilha Zaiachi, no delta do rio Neva, a pedra fundamental da Fortaleza se São Pedro e São Paulo, dando vez ao início da história de São Petersburgo.

Em 1712 chega a ser a capital do Estado Russo, centro da vida política, cultural e intelectual. Convida-se os mais prestigiados arquitetos, escultores e pintores para dar um aspecto singular a nova capital. Aparecem amplas praças, avenidas, luxuosos palácios da aristocracia, soberbas catedrais e edifícios administrativos.

São Petersburgo foi erguida sobre 40 ilhas e conta com 400 pontes. Você vai conhecer a Avenida Nevsky, a Praça do Palácio do Inverno, o Almirantado, o histórico cruzador “Aurora”. (Em 1917, foi dado deste cruzador, o sinal para o assalto ao Palácio de Inverno), a Fortaleza de Pedro e Paulo, projetada como defesa da saída ao mar Báltico, o Museu Hermitage que e a maior galeria de arte da Rússia e uma das mais importantes do mundo, e que foi originalmente construído como residência de Inverno dos Czares russos no século XVIII; Petrodvorets, que foi residência de Verão de Pedro I e de Catarina I; Puskin, cidadezinha, que se localiza nas proximidaqdes de São Petersburgo onde se encontra o suntuoso Palácio de Catarina II; Catedral de Santo Isaac que é um templo majestoso do século XIX em estilo neoclássico; Museu Russo que possui uma rica coleção de quadros dos mais famosos pintores russos dos séculos XVIII e XIX; Teatro Mariinsky, que era o Teatro Acadêmico de Ópera e Ballet Kirov; Passeio de Barco pelos rios e canais da cidade; Museu Etnográfico que é um dos mais interessantes da cidade; Palácio Nikolaievsky e Bale Folclórico; Templo do Salvador Sobre o Sangue, que é a Igreja de Cristo, que foi construída no local onde foi assassinado o Czar Alexandre II. Continuando, seguiremos um caminho histórico que nos leva a Puskin, com sua dezena de palácios, após o que, continuando nossa viagem, embarcaremos para Moscou, capital da Rússia (Moskva), com cerca de 100 milhões de habitantes, está situada no centro da região conhecida como Rússia Européia (a linha fronteiriça entre Europa e Ásia corre a 1.300 km a leste da capital). O Kremlin, espécie de triângulo murado, com 750 metros de extensão em cada um de seus lados, e o seu coração. E não apenas do ponto de vista geográfico, afinal, é dele que partem todas as ruas de Moscou – e que emana todo o poder russo. A Praça Vermelha se destaca ao longo do muro leste, enquanto o Rio Moscou corre junto a muralha sul. Suas águas originaram a construção de 18 pontes pela cidade. Um sistema de canais navegáveis liga o rio Moscou ao Volga, e a capital ao Mar Negro e Báltico. Localizada às margens do rio do mesmo nome, e a capital administrativa, é também econômica, educacional e judicial. Um exemplo de governo centralizado numa capital, que além do poder político, Moscou é a cidade onde reside o “centro” da Igreja Ortodoxa Russa.

Um lugar que permaneceu praticamente fechado ao turismo durante décadas como conseqüência da guerra fria, a capital da russa tem a capacidade de surpreender os visitantes imediatamente após a chegada. Do aeroporto ao centro sucedem-se largas avenidas, construções históricas, prédios modernos, um trânsito frenético, bares, cassinos e uma infinidade de letreiros com inscrições no enigmático alfabeto cirílico, que tem o efeito imediato de aumentar ainda mais nossa curiosidade sobre o que esta por vir naquele lugar sobre o qual se ouve falar a vida inteira, e que de repente está bem ali, a nossa frente.

Todo roteiro turístico em Moscou deve começar pela Praça Vermelha – Krasnaya Ploshchad -, palavra que além de “vermelho, significa também “bonito”. Ela é a origem, o coração e alma da cidade. Na praça fica também o Kremlin, a sede do governo do pais. O Kremlin é como uma pequena cidadela dentro de Moscou.

Na Praça Vermelha está a Catedral de São Basílio, conhecida mundialmente por suas características cúpulas em forma de bulbo. Com suas nove torres diferentes, com cúpulas de estilo oriental. As cúpulas das torres parecem turbantes, cogumelos, suspiros de açúcar. Algumas são retorcidas e têm pontas fininhas. Por dentro, a Catedral é decorada com ícones religiosos. São pinturas de santos, de Jesus e da Virgem, feitas em madeira, com muito ouro e cores fortes como vermelho e o azul. A construção desse templo foi ordenada pelo Czar Ivan – o Terrível – para comemorar a conquista de Kazan, (1555 a 1561). Segunda a lenda, depois da construção ser terminada, mandou arrancar os olhos do arquiteto para que não pudesse construir outra obra igual. O principal ícone turístico de Moscou, esta Catedral tem suas origens no século XVI, quando uma pequena igreja de pedra foi erguida neste mesmo local, onde estaria enterrada Santa Sofia.

Aproximadamente na mesma época, os russos obtiveram uma vitória definitiva sobre as hordas asiáticas que ameaçavam Moscou. Para comemorar o evento, Ivan o Terrível, ordenou a construção de sete igrejas na Praça Vermelha. O diferencial neste Templo é que as igrejas são conectadas entre si, formando um único conjunto, embora com características arquitetônicas e cores diferentes, o que pode ser facilmente constatado observando-se cada torre.

A Catedral de Cristo Salvador, construída por ordem de Alexandre I, como agradecimento pela Rússia não ter sido invadida pelos bárbaros asiáticos foi consagrada em 1833. Sua torre principal tem 103 metros de altura. Assim como outros templos religiosos da cidade, também este foi muito danificado pelos soviéticos, e vem recebendo uma cuidadosa restauração.

Desde a Perestroika, como ficou conhecido o movimento comandado a partir de 1989 por Mikhail Gorbatchev, que pôs fim ao radicalismo soviético e abriu a Rússia para o resto do mundo, o culto religioso deixou de ser cerceado e diversas igrejas estão sendo restauradas.

O Mausoleo de Lênin, situado junto as muralhas do Kremlin, onde esta o corpo mumificado do líder da revolução russa, pode ser visitado em determinados dias da semana. Em frente ao mausoleo, situa-se o shopping GUM (Galvny Universalny Magazin), o maior do gênero da Rússia, que abriga lojas sofisticadas e de grife. Antigamente era nesse local que os moscovitas enfrentavam as filas diárias para comprar alimentos e artigos necessários ao dia a dia. Atualmente, encontra-se de um tudo no GUM, mas os preços são um pouco altos.

O melhor local da cidade para comprar lembranças, artigos típicos, souvenires etc é na rua Smolenskaja, uma área de pedestres com extensão aproximada de dois quilômetros, a pouca distância do Kremlin. La estão diversas lojinhas oferecendo desde camisetas, chapéus de cossacos, miniaturas das torres do Kremlin e da Catedral de São Basílio até os tradicionais ovos de madeira e das bonequinhas Matryoshkas (matriuscas).

Por incrível que pareça, um bom programa em Moscou e tirar uma ou duas horas para simplesmente passear de metrô e descer em algumas estações pelo caminho para conhecê-las. Muitas delas têm paredes revestidas com mosaícos formando painéis decorativos, são ornamentadas com estátuas, referencias históricas, políticas e na verdade muito mais eloqüentes e instrutivas que alguns livros didáticos. O metrô transporta cerca de 8 milhões de pessoas por dia com uma eficiência invejável, desde 1931.

A moeda oficial da Rússia é o Rublo. A cotação costuma variar com freqüência.

Moscou ocidentaliza-se a olhos vistos, mas não esquece a sua história. Como se sabe, os nazistas invadiram a Rússia em 1941, destruiram dezenas de cidades e assassinaram milhões de russos. Seu avanço foi detido a poucos quilômetros de Moscou, graças aos rigores do inverno russo e a determinação do exército vermelho. O memorial Poklonnaja Gora inaugurado em 1995, homenageia os defensores da cidade durante aquele período difícil.

Na área onde fica o Relógio Mundial, que mostra a hora em todos os fusos horários do hemisfério norte, estão algumas das avenidas mais movimentadas da cidade, como a Tverskaya, Dmitrovka e Petrokka.

Durante séculos o Kremlin tem sido testemunha de eventos históricos e dramáticos da história da Rússia. Este imenso complexo, cuja construção foi iniciada em 1147, forma o núcleo mais antigo de Moscou. Na prática trata-se de uma fortaleza cercada por altas muralhas, intercaladas por vinte torres. Em seu interior estão situados prédios administrativos, repartições governamentais, guarnições militares, palácios, museus, residências, igrejas, monumentos e jardins. Somente alguns trechos são abertos a visitação pública enquanto outros são reservados ao governo.

O Kremlin abrigou a sede do governo até a transferência da capital para São Petersburgo. Depois da Revolução bolchevique, em 1917, voltou a ser o endereço mais importante da Rússia. Um dos seus pontos de destaque e o Salão da Armoraria, onde está preservada uma coleção de tesouros da história russa cobrindo o período que vai do século IV ao XX. São centenas de jóias de ouro, prata e pedras preciosas, vestimentas, armaduras, tronos, carruagens, móveis, alguns dos famosíssimos ovos Faberge e uma infinidade de objetos diversos. Outro destaque da exposição quilates que pertenceu a imperariz Catarina a "Grande".

Outro ponto da cidade que é uma autêntica unanimidade entre moradores e turistas é o prédio sede do Balé Bolshoi, fundado em 1825. Amantes das artes e em especial da dança clássica costumam ficar emocionados ao ver de perto a sede deste balé que se tornou sinônimo de arte. Dependendo da época de sua visita a Moscou poderá assistir sua apresentação.

A melhor época para visitar Moscou é entre junho e agosto quando a temperatura média atinge 17 graus. O inverno é rigorosíssimo, de novembro a abril. O outono, de setembro a outubro, são considerados os meses mais belos, mas também são friorentos.

Em nenhuma outra cidade da Rússia você verá tão evidentemente os contrastes do pós-consumismos. Igrejas que foram destruídas e abandonadas durante a época da União Soviética agora estão sendo reconstruídas e restauradas, a construção de novos hotéis contrasta com prédios antigos. Há um movimento intenso nas ruas para sentir a nova Rússia.

Moscou é hoje a cidade adequada para experimentar receitas tipicas (e saborosas) das Repúblicas Soviéticas. E o caso do frango a moda preparado com vários condimentos (em especial, o alho) ou raviólis (Pelmeni), ao estilo da Sibéria. Em geral, o moscovita alimenta-se de sopa, carne (de boi ou porco), peixe e sobremesas bem adocicadas. Para beber há sempre vodka, mas o vinho também é muito apreciado (se quiser provar, peça aqueles produzidos na Geórgia ou na Crimeia, de qualidade).

Foi-se o tempo em que a vida noturna de Moscou se resumia a programação do Teatro Bolshoi. É verdade que continua a ser uma ótima opção, mas também há grande oferta de bares e discotecas, onde a música rola sem parar até quase o raiar do dia.

 

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