A Austrália de dimensões continentais, e a exótica Nova Zelândia são paises que oferecem paisagens totalmente diferentes uma da outra. Enquanto as praias da Austrália, as cidades, os desertos, as florestas sub-tropicais, a cultura aborígene e a Grande Barreira de Corais são os pontos altos, na Nova Zelândia a Cultura Maori, os picos nevados, lagos azuis de beleza indescritível, majestosos fiordes, a vegetação que muda completamente a cada 200 ou 300km., os vulcões ativos, são atrações irrecusáveis.

Do Brasil a Buenos Aires via TAM e de Buenos Aires à Nova Zelândia (18 horas de vôo), via QANTAS desfruta-se de uma viagem de sonhos e deslumbramentos a iniciar pela NOVA ZELÂNDIA, país ímpar, de beleza surpreendente e acolhedora É constituído por duas ilhas principais: a Ilha do Norte e a Ilha do Sul, e diversas menores, localizadas no sul da Oceania, a sudeste da Austrália. É sem dúvida alguma, um dos países mais interessantes do mundo. Terra de pradarias, vulcões, gêiseres, montanhas nevadas e praias solarengas. Para isso, contribui, e muito, o fato de que, apesar do território limitado, apresenta características tão diversas que faz com que seja “um Mundo em um só país. Oferece praias maravilhosas, como nas Ilhas da Polinésia; civilização Polinésia (maori); fiordes como na Noruega, cidades que parecem a Inglaterra do século XIX; regiões termais e gêiseres, como em Yellostowne Park nos USA; glaciares como na Patagônia ou no Alaska; cidades tão escocesas quanto na Escócia; planícies e campos que lembram a Irlanda; montes majestosos que significativamente, são chamados de Alpes do Sul etc.

Isso tudo aliado, a uma civilização de primeira, com tudo funcionando a tempo e a hora.

Os habitantes nativos, os maoris, chamam o país de AOTEROA que significa a terra da longa nuvem branca.

A porta de entrada do país é Auckland, localizada na Ilha do Norte. É uma cidade esparramada ao longo de duas baías, a Waitemata a leste (banhada pelo Pacífico) e a Manaku a oeste (com as águas do Mar da Tasmânia). Chamada “Cidade das Velas” face a sua enorme quantidade de veleiros que a tornam a maior, em se tratando de barcos per capita, do mundo. Velas desfraldadas ao vento, veleiros de competição, iates dignos de rei, muita animação e toda uma parafernália de “souvenirs”: das t-shirts aos artigos mais especializados para os profissionais da vela, tornam-se rapidamente na face mais visível de Auckland, a principal e maior cidade da N. Zelândia e capital econômica do país.Tornou-se a catapulta para as bocas do mundo, a partir do ano de 2000 quando acolheu a maior competição de vela do planeta: a “America´s Cup”. Uma visita à cidade inclui lugares interessantes como: a Ponte e passeio pelos cais de Tamaki e o famoso mundo submarino de Kelly Tarlton. Do alto de vulcão Mt. Éden, pode-se apreciar as zonas residênciais, o Oceano Pacífico e o Tasmânia Sea. Um cruzeiro pela baía é fascinante!

WAITOMO – No percurso entre Auckland e Rotorua encontram-se as conhecidas e imperdíveis grutas de Waitomo.

Waitomo Glow Worm Cave, é um sistema de cavernas criadas pelos vulcões e pelo movimento da terra, com 20 metros de profundidade. Imagine um passeio de barco ao longo do rio subterrâneo dessa famosa caverna ladeado por estalactites e estalagamites. Mentalize uma noite de céu estrelado... É exatamente essa a sensação que se tem ao ver essa gruta iluminada pelos vagalumes (glow worms).

ROTORUA – Terra dos vulcões, é número um em termos turísticos: flores por todos os lados com destaque as tulipas, e as fontes geotermais e gêiseres da região além de vulcões e crateras. Com o aproveitamento dos vulcões e dos lagos apresenta uma invejável infra-estrutura em que predominam mais de 250 lojas com variedade imensa de opções a compras, restaurantes de diversas especialidades em culinária regional (experimente as delícias de um típico jantar “Hangi” embalado com danças maoris), e internacional e outras tantas atrações para os visitantes.

Os lagos azul-turquesa de Rotorua são deslumbrantes com os seus cisnes negros de bico vermelho, patos reais e mergulhões. Aí pode-se pescar, passear de barco à vela ou, simplesmente, descansar.

É lá que podem ser admiradas as famosas trutas Arco-Iris gigantes e o “Kiwi” pássaro que não voa, e é símbolo nacional da N. Zelândia.

Um dos cartões postais de Rotorua é o gêiser Pohutu, no Parque de Te Puía que fica na reserva de Whakarewarewa, administrado pelos maioris.

O Vale Vulcânico de Waimangu faz as delícias dos visitantes com o exotismo de sua vegetação e lagoas coloridas, convite irrecusável a um cruzeiro pelo charmoso Lago Rotomahana.

Arrowtown – Às proximidades de Queenstown encontra-se esta linda cidade histórica de charmosas ruas arborizadas, com chalés antigos habitados no passado por procuradores de ouro. Não muito distante, a famosa Bungy Bridge, local ideal, em termos de aventura para um “Bung Jump” (pulo), com opções de altitude e tipo de salto e alem do mais, muita adrenalina.

Queenstown/Milford Sound – É um lugar ZEN! ... O maior centro turístico da N. Zelândia. Um dos mais belos e vibrantes destinos de férias às margens do incomparável lago Wakatipu de água cristalinissima, Capital mundial dos esportes radicais.. Lá a comida é ótima e a vida noturna agitadíssima. Não deixe de pegar o teleférico e subir o Bob´s Peak, que fica sobre a cidade e proporciona uma vista maravilhosa da cadeia de montanhas chamada “Remarkables”.

Queenstown costuma ser a base para a maravilhosa excursão – uma viagem de dia inteiro até a região dos fiordes, com cruzeiro ao impressionante Milford Sound. É uma paisagem estonteante de montanhas de granito cinza cobertas de neve, vales glaciais, lagos, cachoeiras e florestas que se alternam a cada minuto. É de tirar o fôlego!

WANAKA – Vila situada à margem do Lago do mesmo nome que foi formado por um glaciar,. É um lugar relaxante com paisagens maravilhosas de lagos e montanhas. No inverno é base para esquiadores. De carro de Wanaka para Christchurch desfruta-se de impressionantes paisagens das planícies Mackenzie, com seus lagos glaciares cor turquesa, os Alpes e o célebre Monte Cook, o mais alto do país Imperdível uma parada na região agrícola de Canterbury Plains.

KAIKOURA – Uma encantadora cidadezinha de pescadores, com enormes montanhas nevadas nas suas costas, local onde vivem os mais diversos tipos de baleias, especialmente a Cachalote. É aí que as montanhas convergem com o mar. A região é considerada a mais linda da N. Zelândia, se bem que são tantos os lugares lindos, porém, aqui as montanhas nevadas se destacam praticamente junto com a costa e um tapete verde se mostra entre as mesmas e o mar. É um espetáculo de beleza indescritível. Só vendo!

CHRISTCHURCH – É a capital da ilha de Canterbury e a maior cidade da ilha do Sul. É a mais inglesa de todas as cidades fora da Inglaterra, e famosa por sua mistura do tradicional com a sofisticação.. Localizada na confluência dos rios Avon e Heathcote, tem casario gótico inglês, incluindo-se a sua belíssima Catedral e uma série de jardins e parques cheios de carvalhos e narcisos silvestres que florescem mesmo no inverno. Explorar a cidade a pé, de bonde ou mesmo de bicicleta é um prazer aos sentidos. À noite, uma visita ao Cassino na Victoria Street é a grande pedida para avaliar a sorte e se divertir.

De Christchurch voaremos direto para a:

AUSTRÁLIA – O maior País da Oceania. O continente-ilha, como é por vezes chamada, é banhado pelo Oceano Índico a Sul e a Oeste; pelo Mar de Timor, Mar de Arafruta e Estreito de Torres, a Norte; e Mar de Coral e Mar da Tasmânia, a Leste. Sua capital é Canberra.

Nosso ponto inicial deste grandioso país é:

MELBOURNE – Duas palavras definem a capital do pequeno Estado de Victoria, localizado no sul da Austrália: estilo e sofisticação.Seu clima temperado com quatro estações bem definidas e arquitetura em estilo victoriano herança da colonização inglesa em meados do séc XIX, fazem desta a mais “européia” das cidades australianas. É o centro financeiro do país.

Cosmopolita por excelência, ou melhor dizendo, por vocação, ela é um exemplo bem sucedido da integração de pessoas, de raças e costumes diferentes vivendo sobre uma só bandeira.

Aos apreciadores da culinária italiana, vale uma ida (ou várias) a Lygon St. Ou “Little Italy”, no bairro de Carlton, berço da colonização italiana na década de 50. A rua “ferve” dia e noite com seus restaurantes e cafés com mesas nas calçadas. Na Swan Street., no bairro de Richmond, se concentram todos os aromas da cozinha grega. Porém, a mais “democrática”de todas é a Brunswick St., que concentra em poucos quarteirões diferentes estilos de restaurantes, como franceses, tailandeses, japoneses, indianos, afegãos, espanhóis, entre outras opções.

As principais atrações turísticas ficam perto do centro e são servidas pela extensa malha de bondes que ligam os quatro cantos da cidade. Um ótimo ponto de partida para um reconhecimento geral da cidade é pegar o “City Circle Tram”, bonde que circula gratuitamente pelo centro em intervalos de meia hora. Para aqueles que querem um clima mais romântico, vale reservar uma mesa no famoso “Tram Car Restaurant”, um bonde dos anos 20 todo reformado e transformado em restaurante, que vai do centro da cidade até o bairro de St. Kilda, famoso pelas praias e arquitetura victoriana.

Para aqueles que gostam de ir ás compras, Melbourne é uma festa. Além das marcas de roupas e acessórios de grife encontrados no Crown Complex e Southgate, a cidade conta aindaa com uma variedade enorme de shoppings centers e lojas para os mais diversos bolsos, onde se encontra praticamente de tudo, de livros a jóias, de sapatos a bumerangue.

Dentro da programação do que se fazer e ver em Melbourne estão inseridos também passeios aos Jardins Flagstat, o Mercado Victoria, o Parlamento, os Jardins Fitzroy e o “Capitain Cook´s Cottage”, além do Centro de Arte Vitoriano, passeio pelas margens do rio Yarra, Parque Nacional de Dandenong Ranges e uma visita obrigatória à Ilha Philip para conhecer os menores pingüins do mundo saindo do mar. Imperdível!...

A cidade é também famosa por seus pubs. Praticamente há um deles em cada esquina. Por tudo isso e muito mais, que Melbourne é considerada uma das cidades mais charmosas e sofisticadas de todo o mundo e a sensação que fica é a de sempre querer voltar um dia.

CAIRNS – Principal cidade da região de Queensland está localizada dentro de um vale de montanhas, o mais primitivo e belo logradouro da Austrália, portão de entrada da floresta tropical e da Grande Barreira de Corais. Linda, sofisticada face a grande quantidade de hotéis, resorts de luxo, restaurantes, boutiques, bares e infraestrutura para atividades esportivas, tudo dentro de luxuoso cenário tropical.

Situada de frente para o mar é uma festa constante. Alegre, agitada, colorida, envolvente, está sempre lotada de gente de todas as partes do mundo em qualquer época do ano, Cairns atrai não somente por ser um local onde a Grande Barreira de Corais se encontra perto da Costa, mas também pelas montanhas que estão ao redor, cuja floresta tropical é exuberante e com muitos passeios que poucas cidades no mundo oferecem. Um desses passeios é pelo teleférico que sai de Cairns e vai até a Vila de Kuranda, no meio das montanhas. É uma fábula!...

A grande e extasiante pedida é um dia inteiro de cruzeiro a bordo do luxuoso catamarã “Ocean Spirit” que sai da Marina Malin, através das águas cristalinas até Outer Barrier Reef, atracando em Mickaelms Cay, uma ilha onde vivem 28.000 de 14 diferentes espécies de aves marinhas migrantes. A ilha tem uma magnífica formação de corais e grandes parques com moluscos e mariscos e uma bela praia para quem prefere relaxar. Fazer snorkel com um guia especializado é algo que proporciona uma experiência inesquecível da vida marinha da Grande Barreira de Corais. Almoço à base de frutos do mar a bordo do catamarã.

SIDNEY – Principal cidade da Austrália e também a mais antiga, sendo o centro econômico e cultural do país, está situada na costa, de beleza inigualável, pois reúne a tecnologia e urbanidade, sem perder de vista o cuidado com a preservação de suas belezas naturais.

É uma cidade cosmopolita e vibrante que cresceu em torno da baía e que espera por você para mostrar por que é considerada uma das mais encantadoras do mundo, e que se orgulha de suas famosas construções como: a Harbour Bridge e a Ópera House e de sua requintada gama de restaurantes, teatros, complexos de shoppings e de algumas das melhores praias australianas destacando-se a requisitada Bondi (Bondai), Mainli, conhecida por sua atmosfera descontraída, típica do estilo de vida do australiano, além de outras praias populares como a Nielsen Park, Balmoral e Camp Cove dentro da Baía ou as praias para surf: Bronte e George ao sul, e Calloroi e Palm, ao norte.

Rio, Buenos Aires, New York, Paris, London, Tókio, SYDNEY. Estas sem dúvida, são algumas das metrópoles mais conhecidas do mundo.. Sydney é a caçulinha delas com cerca de 4 muilhões de habitantes espalhados por uma vasta área da Nova Gales do Sul.

É uma convidativa cidade praieira com uma arquitetura que mescla moderno com antigo, conservando o estilo inglês.

É no “Circular Quay”, à beira da baía, onde está a parte mais turística da Cidade. Lá está a Ópera House, o Botanic Gardens e o famoso bairro “The Rocks,” onde Sydney começou com a Harbour Bridge (ponte). Do Circular Quay e das Rocks partem dezenas de passeios turísticos dos mais variados tipos, incluindo numa réplica da nau do Capitão Cook, incluindo um delicioso almoço a bordo regado de excelente vinho australiano.

As Rocks também concentram uma quantidade grande de restaurantes com vista privilegiada da baía.

A visão da Ópera House, das luzes da Cidade e da Ponte Iluminada, é simplesmente inebriante e inesquecível.

A Ópera House tem um telhado que impressiona qualquer um. É todo feito como um grande mosaico, com placas de cerâmica branca cimentadas na estrutura. Por qualquer ângulo que se observe, a arquitetura é simplesmente impressionante, e nada mais gostoso do que observá-la á noite de um dos restaurantes e cafés que ficam na Sydney Cove. Você pode andar por todos os arredores da Ópera House, principalmente até a ponta, que proporciona visão espetacular da cidade, dos barcos, da baía e da Harbour Bridge. Não deixe de conhecer o Botânic Gardens que fica ao lado da Ópera House.

A Harbour Bridge, que pode ser considerada uma das pontes mais bonitas do mundo, tem uma beleza toda especial e compõe junto com a Ópera House um cenário que faz de Sydney uma das cidades mais lindas do planeta. A Ponte que também é palco de um dos passeios mais fantásticos que você poderá fazer na vida, caso não tenha problema com altura. É deslumbrante!

Fascinante assistir a passagem do Ano-Novo em Sydney e os fogos de artifício na Harbour Bridge.

A Austrália é o santuário das espécies exóticas. O canguru, o koala e onitorrinco são exemplos, portanto não deixe de fazer uma visita ao Parque Waratah. Aqui o turismo e a natureza se complementam.

Dica de viagem: Uma das primeiras coisas que se deve fazer quando se chega em Sydney é dar um jeito de ver a cidade do alto da Sydney Tower, no centro. Do alto da torre é possível, em dias claros, ter uma visão completa de grande parte da cidade, da baía, e dos bairros adjacentes. A torre tem visão de 180 graus, e nas paredes, você encontrará fotos panorama, ilustrando o nome dos bairros e pontos da cidade. É uma ótima maneira de entender e se localizar logo á chegada.

 

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